Gente ficou muito bacana esta receita... Fiz junto com minha filha. Assim que fui separando os ingredientes ( lentilha cozida, alho, hortelã, farelo de aveia, azeite e sal) ela perguntou..."ué mãe, cadê a carne moída???!!!!! " Depois que ela provou ela falou que ficou mais gostoso do que o outro!
Por isso, depois de provado e aprovado apresento a vocês este prato que além de gostoso é muito nutritivo! Rico em ferro e proteína é uma boa pedida para o lanche da turma!!!!!
Informação nunca é demais!!!
- www.livrariasaraiva.com.br/.../o-corpo-fala-a-linguagem-silenciosa-da-c..
- gnt.globo.com/programas/socorro-meu-filho-come-mal/
quarta-feira, 16 de julho de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Cirurgia Bariátrica "Jornal O Globo"
O jornal O Globo publicou hoje, segunda-feira dia 07/07/2014, uma matéria muito bacana sobre o número crescente de cirurgias para derrotar a obesidade, entre os jovens, mas alerta, segundo especialistas, os riscos e estes recomendam cuidados.
http://oglobo.globo.com
Vale a pena conferir gente!!!
http://oglobo.globo.com
Vale a pena conferir gente!!!
domingo, 6 de julho de 2014
O corpo fala... Pierre Weil e Roland Tompacow

Vale conferir!!!
Uma raridade, este livro aborda de maneira bem clara e simples sobre a silenciosa linguagem da comunicação não-verbal. Importante na prática clinica diária.
Vou compartilhar uma receita de Gabriela Kapim, nutricionista, apresentadora e autora do livro "Socorro! Meu filho come mal" (editora LeYa). Achei fantástica!!! Ajuda as mamães a incentivar seus filhos a comerem melhor... Já que este dilema atinge as melhores famílias... complicado, mas não impossível!
Vão as dicas:
Vale a pena conferir!
RECEITA PARA O SEU FILHO COMER BEM.
Ingredientes:
2 xícaras de chá de real valor da alimentação saudável; 3 xícaras de paciência; 2 colheres de sopa de calma; 2 colheres de chá de bom humor; 1 mesa de jantar; pratos e talheres; 6 ou 7 opções de alimentos saudáveis; 1 pitada de televisão ou qualquer eletrônico; expectativas, quanto menos, melhor; carinho e afeto a gosto; e regras e limites à vontade.
Modo de preparo:
O primeiro passo para esta receita dar certo é você adicionar o real valor da alimentação saudável no seu interior. Apenas desta forma você poderá transmiti-lo ao seu filho. Amacie seu interior com muito carinho e paciência, mas não use-o todos agora, já que você precisará deles em vários momentos ao longo desta receita.
Agora é preciso criar regras e limites que deverão ser seguidos por todos no momento das refeições.
Prepare uma mesa atrativa. Não é indicado substituir por mesa de centro, de trabalho, do quarto ou mesmo uma bandeja no sofá. Avise à criança que logo a refeição estará pronta, e deixe-a descansando por 10 minutos. Assim, no momento certo, ela já estará no ponto para sentar-se à mesa. Aqui é o momento que você poderá usar a televisão ou outros eletrônicos. Enquanto isso adicione à mesa os pratos e talheres, e para as opções de alimentos saudáveis, use travessas de servir. Passados os 10 minutos, chame a criança para a mesa. Nesse momento, a televisão ou eletrônico devem ser desligados, evitando que a criança se distraia e se disperse. É importante que ela tenha consciência do que estará acontecendo.
É hora de começar a refeição. Deixe que a própria criança se sirva, já que assim é mais fácil negociar caso ela não queira comer, pois foi ela mesma que fez o prato. Nesse momento, é importante fazer valer as regras e os limites, e uma delas é que é preciso ter cinco cores no prato. Quando os alimentos estão no prato, mesmo que a princípio a criança não coma, já esta mais perto da boca.
Adicione ao seu prato alimentos saudáveis, daqueles que você quer que seu filho coma. Um bom exemplo faz toda a diferença.
Caso ele faça birra e malcriação, não insista. É hora de acrescentar a calma e o bom humor, reforçando as regras e os limites.
Não adicione expectativa demais nas primeiras vezes que fizer esta receita, pois os ingredientes podem desandar.
Para que ela tenha sucesso, precisará ser repetida várias vezes, até que possa ser substituída por novas, tais como "receita para meu filho experimentar alimentos novos" e "receita para meu filho comer de tudo".
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Vale a pena conferir!!! No Museu de arte moderna (mam)...
Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 20021-140
ALIMENTÁRIO – ARTE E PATRIMÔNIO ALIMENTAR BRASILEIRO
13 de Junho a 10 de Agosto de 2014
ALIMENTARIO
O desafio e a ambição de Alimentário, concebida por Felipe Ribenboim, é de não ser uma exposição convencional, facilmente catalogada. Não é uma exposição de obras de arte, por exemplo, se pensarmos que ela inclui, entre outras coisas, textos, documentos históricos, utensílios de cozinha, pesquisas culinárias contemporâneas, fotografias e vídeos documentais. Também não é uma exposição propriamente didática ou histórica, porque existem, na visão a voo de pássaro que aqui se apresenta, hiatos e elipses, redundâncias e idiossincrasias. A estratégia da curadoria foi apresentar um retrato, talvez incompleto, mas sem dúvida sugestivo, de como o universo dos alimentos e da culinária, aos poucos e de maneira discreta, contribuiu para a constituição do Brasil que conhecemos.
Um retrato, por assim dizer, involuntário, parafraseando Marcel Proust que, Em busca do tempo perdido, aspirava à “memória involuntária”, suscitada repentina e inesperadamente pelo gosto de uma madeleine: “quando mais nada subsiste de um passado remoto, após a morte das criaturas e a destruição das coisas – sozinhos, mais frágeis porém mais vivos, mais imateriais, mais persistentes, mais fiéis – o odor e o sabor permanecem ainda por muito tempo, como almas, lembrando, aguardando, esperando, sobre as ruínas de tudo o mais, e suportando sem ceder, em sua gotícula impalpável, o edifício imenso da recordação”.
O edifício imenso da alimentação, no país desmedido que o Brasil sempre foi, tornou-se em muitos momentos espelho não apenas das memórias, mas da própria construção da identidade nacional, ou melhor, das muitas identidades que a compõem. Da comida indígena, assimilada de maneira quase inconsciente e hoje paulatinamente redescoberta e reavaliada por uma geração de chefes inovadores e surpreendentes, passando pela longa polinização de produtos e técnicas promovida pelos tropeiros e pelas expedições científicas e artísticas, até as inúmeras adições, sobreposições e fusões promovidas pelas diversas ondas migratórias, desde o deslocamento forçado dos escravos da África, até os mais recentes e diversificados, entre final do século XIX e começo do século XX, principalmente desde a Europa e a Ásia.
Se os registros, textos e documentos que aqui se apresentam contam a história do processo longo, complexo e por vezes traumático, da sedimentação de conhecimentos e culturas, as obras de arte não foram selecionadas com o intuito de esclarecer ou exemplificar, mas de fornecer um contraponto mais poético que didático. Evidentemente, em alguns momentos as duas histórias (a contada pelos documentos, e a evocada pelas obras de arte) se sobrepõem, mas em outros elas podem apresentar visões distintas, não diametralmente opostas, mas também não paralelas. Como é evidente, documentos e obras nunca poderiam contar a mesma história, mas mais do que isso, o que se buscou foi apresentar, por meio das obras, um retrato do universo alimentar brasileiro que fosse fiel no sentido de reproduzir não seus traços externos, mas a pluralidade, a diversidade e até o seu estado de permanente transformação.
Nesse sentido, para transmitir o deslumbramento dos primeiros colonizadores e viajantes, os filmes misteriosos e estranhos dos portugueses Gusmão e Paiva, as plantas carnosas inventadas e esculpidas por Erika Verzutti, ou a revisitação contemporânea da epopeia de Hans Staden por parte de Maurício Dias e Walter Riedweg, são tão pertinentes quanto as gravuras que acompanham o relato de suas viagens pelo “Brasil holandês”, publicado em 1682, por Johan Nieuhof, ou as realizadas, no século XIX, por François Louis de Castelnou. Em outro contexto, Bi Polar 2, parte de uma série de trabalhos em que Ayrson Heráclito utiliza o azeite de dendê, parece apontar para a ferida aberta da escravatura e da migração forçada de inúmeros africanos, introduzindo o âmbito pessoal e íntimo dos processos migratórios com a mesma força com que uma pintura de Fulvio Pennacchi ou de Lasar Segall nos mergulham no seu aspecto social e econômico. Por sua vez, Bólide Saco 2 – Olfático, de Hélio Oiticica, funciona como uma espécie demadeleine brasileira, ao evocar memórias ao mesmo tempo coletivas e individuais por meio do cheiro de café, complementando de maneira imediata, íntima e poética o que a História nos ensina sobre os grandes ciclos econômicos. E as pipocas de cerâmica de Débora Bolsoni, espalhadas pelo espaço expositivo, de certa maneira condensam todos os momentos desse longo processo, aludindo ao mesmo tempo à persistência silenciosa da cultura indígena (a palavra pipoca deriva do tupi guarani pi(ra), pele, e poca, rebentar: a pele rebentada) e a sistemas de produção massivos e industrializados que constituem, de inúmeros pontos de vista, sua nêmesis mais completa.
Segundo Gilberto Freyre[c1] , o lugar onde as influências negra, indígena e portuguesa “se equilibraram ou harmonizaram, foi na cozinha do Nordeste agrário, onde não há excesso português como na capital do Brasil, nem exclusividade ameríndia como no extremo Norte, porém o equilíbrio”. É revelador que, na visão de um dos grandes pensadores da formação do Brasil, o lugar onde a suposta Democracia racial se torna concreta e real é uma cozinha. Como afirmado antes, o intuito de Alimentário não é propor ou convalidar teorias sociológicas como a de Freyre, mas servir-se delas para corroborar a tese que a cozinha constitui, há muito tempo, o lugar central na construção do imaginário nacional. A presença de obras de arte de várias épocas e estilos, em que a importância da comida se faz tangível de muitas maneiras diferentes, apesar de não ser sempre direta e literal (ou talvez exatamente por isso), nos ajuda a entender a profundidade da relação do povo brasileiro com o universo da alimentação, contribuindo para a compreensão do enorme valor cultural que ele carrega.
Jacopo Crivelli Visconti
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Horta caseira... eu tenho uma....
Esse é minha hortelã-pimenta...ganhei a muda de um primo... E cultivo-a ate hoje... Já tem uns 4 anos.... Uso para temperar carnes, e fica uma delicia!!!!
Ter uma horta em casa é muito bacana, porque além de você ter o produto em casa a hora que quizer, a satisfação de colher o que você plantou... Não tem preço!!!!
Experimente fazer uma... Garanto... Vale a pena!!!
Ter uma horta em casa é muito bacana, porque além de você ter o produto em casa a hora que quizer, a satisfação de colher o que você plantou... Não tem preço!!!!
Experimente fazer uma... Garanto... Vale a pena!!!
terça-feira, 1 de julho de 2014
Meu pai planta abóboras, aliás, lindas abóboras, que eu mesma fui buscar no Serrado, show de bola, ou de abóbora...kkkk!
Muito bom preparar o alimento sabendo de onde veio, melhor ainda saber e ter certeza de que é de boa procedência. Coisa rara de se ver, sem agrotóxico!
Fiz um doce de abóbora light... Muito fácil e uma boa opção para quem esta em tratamento de emagrecimento e/ou é diabético. A porção ideal é de 2 colheres das de sopa, como sobremesa!
Vai a receita e o valor nutricional do vegetal B...
Vale lembrar minha gente... Tem abóboras que eu trouxe de lá... e, estão a venda lá no consultório!
Tel para contato:
21 97657-7687
21 2688-8172
CURIOSIDADES:
A abóbora-moranga (Cucurbita maxima, Duchesne), junto com as abóboras de pescoço e asabobrinhas, pertence à família das cucurbitáceas, a mesma do chuchu, da melancia, do melão e do pepino. Pesquisadores acreditam que as cucurbitáceas começaram a ser cultivadas pelas sementes comestíveis, já que as espécies nativas quase não têm polpa. A abóbora é um fruto rico em vitamina A, mas também fornece vitaminas do complexo B, cálcio e fósforo. Tem poucas calorias e é de fácil digestão.
Compota light de abóbora
Ingredientes
- 1/2 abóbora (pequena) madura, sem casca
- 6 colheres (sopa) de adoçante culinário em pó
- 1/2 copo americano de suco de laranja
- Cravos e canela para enfeitar
Descasque a abóbora, pique-a em quadradinhos pequenos e lave bem. Coloque numa panela de ferro ou de alumínio (grossa), adicione o adoçante em pó, leve ao fogo e deixe cozinhar até que fi que bem macia, quase desmanchando. Ao atingir esse ponto, experimente, acrescente mais adoçante se necessário, e junte o suco de laranja. Mantenha o cozimento, mexendo sempre até que se desprenda do fundo da panela. Depois de pronto, enfeite com cravo e canela e conserve na geladeira.
Dica
Não dispense as sementes. Elas possuem componentes anti-inflamatórios e uma substância conhecida como fitoesterol, que regula os hormônios envolvidos na hiperplasia da próstata.
Tabela Nutricional
Abóbora Moranga, crua
| Quantidade | 100 gramas |
|---|---|
| Água (%) | 95,9 |
| Calorias (Kcal) | 12 |
| Proteína (g) | 1,0 |
| Carboidrato (g) | 2,7 |
| Fibra Alimentar (g) | 1,7 |
| Colesterol (mg) | n/a |
| Lipídios (g) | 0,1 |
| Ácido Graxo Saturado (g) | 0,1 |
| Ácido Graxo Saturado (g)Ácido Graxo Mono insaturado (g) | traços |
| Ácido Graxo Poli insaturado (g) | 0,1 |
| Cálcio (mg) | traços |
| Fósforo (mg) | * |
| Ferro (mg) | * |
| Potássio (mg) | traços |
| Sódio (mg) | * |
| Tiamina (mg) | * |
| Riboflavina (mg) | * |
| Niacina (mg) | * |
| Vitamina C (mg) | 2,1 |
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